sábado, 21 de janeiro de 2012

Cuidado com as palavras

Elas podem ter efeitos destrutivos na vida de uma pessoa!

Sejam elas de incentivo, de raiva, de alegria ou de tristeza, as palavras têm um grande poder: elas podem tanto erguer quanto derrubar. Por isso, é importante que se pense muito antes de jogá-las ao vento. Muitas pessoas já chegaram a dar um fim em relacionamentos amorosos por conta do que disseram de forma impensada. Num momento de fúria, é comum dizer coisas e se arrepender depois; portanto, é importante controlar o que se diz. Você já parou para pensar no poder que têm suas palavras?
                      
Para Cristiane Cardoso, colunista e autora dos livros “A Mulher V” e “Melhor do que Comprar Sapatos”, é importante que se tome cuidado com elas. “Maridos que saíram de casa; esposas que voltaram para a casa dos pais; filhos que se entregaram às drogas e ao álcool, etc. Tudo por causa de palavras que jamais deveriam ter sido ditas. Estas palavras que insistem em sair da boca de determinadas pessoas são piores do que um assassinato. Matam por dentro e a pessoa tem que travar uma verdadeira luta para permanecer viva por fora. As palavras podem ser como tiros na alma!”, destaca.

A escritora afirma que a melhor coisa a fazer para evitar ofensas é nunca falar quando se está aborrecido ou emotivo demais. “É quase impossível filtrar as palavras que saem da nossa boca nessas horas. Deixe as coisas se acalmarem; talvez seja melhor falar no dia seguinte ou no decorrer da semana. Se ainda assim você não se sentir segura para tocar no assunto, não fale”, aconselha.

“Já conversei com muitas mulheres que tinham tudo para serem bem-sucedidas, mas não são por causa de uma palavra de morte ou crítica destrutiva”, ressalta Cristiane Cardoso.

“Vamos ouvir mais e falar menos, pois ‘o que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína’”, finaliza a escritora, citando o trecho bíblico contido no livro de Provérbios, capítulo 13, versículo 3.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Temperamento forte

 
Será que dá para conviver?

O namoro e o noivado são períodos reservados para o casal conhecer a personalidade um do outro. Durante esse tempo de ajustes, alguns relacionamentos se tornam confusos porque os jovens apresentam incompatibilidade de gênios, dando origem a brigas que já sinalizam dificuldades no relacionamento. 

Eles oram e jejuam, mas quando surge a primeira discordância se questionam: “Será que esse relacionamento é de Deus?” É claro que nesse período é mais do que natural surgirem opiniões contrárias, pois as pessoas são diferentes e pensam de maneira diferente. Mas é preciso avaliar até que ponto é possível ceder pelo outro, sem que haja frustração. 

Quando duas pessoas temperamentais se unem, é certo que os ânimos se exaltarão no momento em que discordarem em algum ponto. É preciso observar se no decorrer do namoro ou noivado o amor influenciará na mudança de atitudes ou se tudo permanecerá da mesma forma com o passar do tempo. É ilusão pensar que após o casamento haverá mudanças, já que no noivado não houve reconhecimento do erro e capacidade para mudar. 

Um casal que não se entende leva para o casamento e para os futuros filhos um péssimo exemplo de vida. Filhos criados em um lar conturbado certamente serão “filhos-problema”. Não se pode dar o que não se tem. 

O namoro e o noivado existem para o casal se conhecer e amadurecer na vida pessoal. É preciso conviver e conversar bastante nesse período. Nessa fase, já é possível observar se a pessoa possui uma vida de propósitos com Deus e se de fato ela cuida das coisas do Senhor com temor e responsabilidade. 

O que a maioria dos casais de namorados ignora é que a vida espiritual de uma pessoa vai refletir muito de sua personalidade dentro do casamento. Se antes há dificuldade para orar, jejuar, respeitar autoridades, buscar a presença de Deus, abrir mão das coisas desse mundo, certamente é preciso haver primeiro um amadurecimento espiritual. 

Quando há incompatibilidade de gênios, não há ali o domínio do Espírito Santo: Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo? (Amós 3:3) Se, repetidamente, há ofensas em meio a discussões, sem que haja arrependimento e conserto da parte do ofensor e perdão da parte ofendida, ainda que façam as pazes e pareça que tudo está em paz, o quadro certamente se repetirá. 

É preciso ter respaldo bíblico na hora de decidir, pois os jovens sentem dificuldades de discernir a vontade de Deus quando o coração fala mais alto. Um gênio altivo precisa ser trabalhado ou será uma saia justa por toda a vida. 

Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?(Mateus 7:16) 

Fonte:
Agência Unipress Internacional
Nilbe Shlishia

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sozinha?

 
A espera pelo homem perfeito pode ser uma das causas
Que mulher nunca sonhou com um príncipe encantado? Algo muito comum no sexo feminino, principalmente na fase adolescente, em que se imagina tudo perfeito. Na verdade, não dá para ter tudo e quando se chega à fase adulta é que se percebe que algumas idealizações não são possíveis, como a de encontrar o homem perfeito. Porém, algumas continuam nutrindo o sonho de encontrar esse homem. E qual é o resultado? Continuam sozinhas. 

De acordo com Cristiane Cardoso, autora do livro “Melhor do que Comprar Sapatos”, “ seres humanos jamais podem ser perfeitos, por mais que tentem. Perfeição só existe em filmes e livros românticos, que, aliás, duram apenas algumas horas ou dias – não duram para sempre”. 

O fato é que seria ótimo encontrar a pessoa que durante uma boa parte da vida se idealizou. Mas, assim como você, o homem, qualquer homem, por mais interessante que seja, tem defeitos. Ainda que em princípio não se veja, acredite, ele não é e nunca será perfeito. 

“Muitas jovens solteiras tendem a ser difíceis e exigentes, como se elas mesmas fossem perfeitas”, alerta a escritora. 

“A mulher que pensa que existe um homem perfeito preparado para ela não está sendo nem um pouco realista. Muitas mulheres confundem parceiro perfeito com homem perfeito – e esses nada têm a ver! O seu parceiro perfeito é a sua outra metade; não é necessariamente perfeito e, definitivamente, não precisa ser igual a você. Pelo contrário, ele tem que ser diferente de você em alguns aspectos para que então possa completá-la”, acrescenta Cristiane Cardoso. 

Agência Unipress Internacional
Por Tatiana Alves